Vale do Côa
A arte rupestre do vale do Côa, uma paisagem de gravuras paleolíticas classificada como Património Mundial da UNESCO.

O vale do Côa, no nordeste de Portugal, guarda uma das maiores coleções de arte rupestre do Paleolítico do mundo: milhares de gravuras de cavalos, auroques, veados e cabras, gravadas no xisto das margens do rio dezenas de milhares de anos atrás. Classificado pela UNESCO como Património Mundial, o vale visita-se através do seu museu e de visitas guiadas aos sítios de arte rupestre.
As gravuras
As gravuras do Côa foram feitas ao longo de milhares de anos, do Paleolítico Superior a períodos posteriores, nas faces verticais de xisto ao longo do rio e dos seus afluentes. Atingiram a atenção mundial na década de 1990, quando a construção de uma barragem ameaçou os sítios; a campanha que os salvou levou à criação do Parque Arqueológico do Vale do Côa, classificado pela UNESCO em 1998, e ao museu que hoje organiza as visitas.
O que ver
- As gravuras dos sítios de arte rupestre, em visitas guiadas com vigilantes da natureza.
- O Museu do Côa, com as suas coleções e a interpretação do vale.
- As paisagens do Côa e do Douro, entre os socalcos e as gargantas.
- O centro histórico de Vila Nova de Foz Côa, a porta de entrada para o parque.
Visita
A arte rupestre visita-se apenas em visita guiada, acompanhada pelos guias do parque, com um número reduzido de visitantes por dia; as visitas partem do museu e dos sítios, e devem ser reservadas com antecedência. Condições, horários e reservas seguem a informação oficial da Fundação Côa Parque, que gere o parque e o museu.
Nas proximidades
O Vale do Douro, com as suas vinhas e quintas, e o Parque Natural do Douro Internacional completam uma viagem por este canto do nordeste.
Informações: arte-coa.pt.
Crédito de imagem: Gravuras rupestres do Côa, em Penascosa, por Lusitana, CC BY-SA 3.0, via Wikimedia Commons.
Experiências


